IA generativa cria textos, imagens, áudio e código a partir de padrões aprendidos. IA preditiva usa dados para estimar resultados. As duas pertencem à inteligência artificial, mas têm objetivos diferentes — e podem trabalhar juntas.
Tecnologia
Tecnologia não é só o que funciona — é o que transforma, desloca e reorganiza. Aqui, olhamos para o que está por trás das máquinas que já tomaram decisões antes de você abrir os olhos de manhã.
Inteligência artificial no cotidiano: as peças que você já conhecia
Recomendação, reconhecimento, filtro e previsão já funcionavam muito antes de alguém chamar o conjunto de inteligência artificial. O que aconteceu nas últimas décadas foi a integração dessas peças numa interface só, e o nome coletivo que elas passaram a receber.
O que é harness em IA e como ele funciona?
Harness é a infraestrutura que envolve um modelo de IA para que ele use ferramentas, mantenha contexto, siga regras e execute tarefas em várias etapas. É uma das peças que transformam um modelo que responde em um sistema capaz de agir.
O que é um modelo de linguagem e como ele funciona?
Modelo de linguagem é um sistema treinado para reconhecer padrões na linguagem e estimar quais elementos fazem sentido em determinado contexto. É a tecnologia por trás de muitos sistemas capazes de responder perguntas, resumir, traduzir e produzir textos.
O que é um prompt de IA e como escrever um bom prompt?
Prompt é a instrução enviada a uma inteligência artificial para orientar sua resposta. Um bom prompt deixa claros a tarefa, o contexto, o resultado esperado e os limites, reduzindo ambiguidades sem precisar transformar cada pedido em um formulário.
Inteligência artificial no trabalho: o que muda na sua função?
A inteligência artificial no trabalho muda funções, e não apenas ferramentas. Em muitas áreas, profissionais passam a coordenar sistemas, revisar resultados, combinar informações e responder por decisões produzidas com apoio de máquinas.
A IA é consciente? O que Dawkins viu ao conversar com Claude
Richard Dawkins conversou com o Claude durante dois dias e publicou o relato. O que chamou atenção não foi a competência técnica do sistema, e sim o argumento que ele extraiu dali: se a consciência não serve para nada que a máquina já não faça, para que ela existe?
Frankenstein e a IA: quando a criação escapa do criador
Frankenstein é menos um romance sobre criar vida e mais um romance sobre o que vem depois de criar. A inteligência artificial reabre essa pergunta: que obrigação permanece com quem coloca no mundo um sistema cujo comportamento não consegue prever inteiramente?
Máquina de Turing: o que é e por que ela é universal?
Antes de perguntar se máquinas podem pensar, Alan Turing formulou uma questão mais básica: o que uma máquina pode calcular? A máquina universal mostrou que um único dispositivo, seguindo regras e lendo símbolos, pode simular qualquer processo computável. É a ideia na base do computador moderno.
A caixa-preta da IA: por que nem quem cria consegue explicar?
A caixa-preta da IA aparece quando um sistema produz respostas, previsões ou classificações úteis, e o caminho interno até elas é difícil de explicar. Quando essa opacidade atinge usuários, instituições e até desenvolvedores, muda a pergunta que importa: com base em que explicação alguém pode discordar?