Privacidade, algoritmos, atenção. Três documentários da Netflix para entender o ambiente digital que você habita – e que também habita você.
Ramos
O Dilema das Redes: quando a sua atenção vira mercadoria
Você usa as redes sociais – ou elas usam você? Quem construiu essas plataformas explica, neste documentário, exatamente como o sistema foi projetado para funcionar.
Viés Codificado: a máquina que aprende a discriminar
A inteligência artificial é neutra? Este documentário da Netflix mostra que um algoritmo é tão imparcial quanto as pessoas – e os dados – que o criaram.
Privacidade Hackeada: a ilusão do consentimento
Você já parou para pensar no que acontece com seus dados depois que clica em “aceito os termos”? O escândalo da Cambridge Analytica mostrou que a resposta é mais perturbadora do que parece.
O saber que vira técnica: Por que a formação profissional não pode perder de vista a atividade humana?
Existe um equívoco que atravessa a formação profissional há décadas: a ideia de que aprender um ofício é, essencialmente, aprender a operar coisas. Máquinas. Procedimentos. Protocolos. Ferramentas. Uma visão confortável. Porém, limitada.
A promessa da neutralidade: Por que a Educação Profissional e Tecnológica nunca foi apenas técnica?
A formação profissional costuma ser apresentada como algo direto, objetivo, quase mecânico. Um conjunto de procedimentos que, se ensinados corretamente, preparam alguém para atuar no mundo do trabalho. Uma narrativa limpa, eficiente – e profundamente enganosa.
Quando a tecnologia vira mito: Por que precisamos devolver o humano ao centro da Educação Profissional e Tecnológica?
A tecnologia costuma chegar antes da conversa séria sobre o que fazer com ela – sempre acompanhada daquela sensação de que, desta vez, “agora vai”. Mas toda vez que essa crença reaparece, embalada por discursos de inovação, eficiência e modernização, um velho alerta retorna: estamos debatendo tecnologia… ou nos ajoelhando diante dela?
A Ciência da Birra: por que acolher é a chave para saber como lidar com birra – e religar o córtex pré-frontal
A criança quer o doce. O “não” é dito. Em segundos, o choro vira grito, o corpo se joga no chão. O primeiro impulso do adulto é parar o comportamento com suborno (“Se você parar, eu…”) ou punição (“Se não parar, você vai…”). Mas nenhuma das duas funciona. Entender como lidar com birra começa por entender o que a birra realmente é: não manipulação, não falta de limite – um curto-circuito neurológico.
O que são Funções Executivas: o cérebro arquiteto por trás da regulação emocional infantil
Uma criança de quatro anos que espera sua vez de brincar e uma de seis que monta um quebra-cabeça seguindo uma imagem não estão apenas “se comportando”. Elas estão usando as funções executivas na infância – a rede de habilidades mentais mais crucial para o desenvolvimento emocional e cognitivo da criança.
Aprender a Negociar: o conflito infantil como laboratório vivo das funções executivas
Dois alunos, quatro anos. Um bloco vermelho. Ambos o querem para suas torres. A disputa escala, a voz sobe, o choro começa. Para muitos adultos, esse é um momento de falha que precisa ser interrompido. Mas o conflito infantil, quando mediado com método, não é o problema – é a própria aula.