Nera esperou anos para ser mãe, mas vê o filho atravessar a infância em poucos minutos. Diante de alguém que cresce mais rápido do que sua capacidade de compreendê-lo, ela precisa escolher entre o medo e a possibilidade de construir um vínculo.
Filmes e Séries
O que a ficção audiovisual revela, questiona ou distorce sobre ciência, tecnologia e o que significa ser humano. Cada título é um ponto de partida para pensar.
Solos: Jenny e a história que ela conta para não lembrar
Jenny fala sem parar numa sala de espera, transformando culpa, desejo e vergonha em histórias engraçadas. Quanto mais tenta organizar sua versão dos acontecimentos, mais se aproxima da lembrança que não consegue admitir.
Solos: Sasha e a casa que se tornou mais segura que o mundo
Sasha vive há vinte anos numa casa inteligente que oferece tudo o que ela precisa. Quando o sistema informa que o perigo terminou, sair exige algo para o qual nenhuma tecnologia a preparou: confiar novamente no mundo.
Solos: Peg e a vida que ela adiou por medo de ser vista
Peg embarca numa viagem espacial sem retorno depois de passar a vida tentando ocupar o menor espaço possível. Diante de uma inteligência artificial, ela finalmente percebe que sua invisibilidade também foi construída pelas escolhas que evitou fazer.
Solos: Tom e o medo de ser substituído pela própria cópia
Tom compra um duplicado para permanecer com a família depois de sua morte. Diante de uma cópia com suas lembranças, sua voz e seu rosto, ele precisa encarar uma dúvida que a tecnologia não resolve: o que torna alguém insubstituível?
Solos: Leah e a tentativa de escapar do presente
Leah dedica anos à possibilidade de viajar no tempo para salvar a mãe. Quando finalmente conversa com o passado e o futuro, descobre que sua pesquisa também escondia um desejo bem menos heroico: não precisar atravessar a dor do presente.
Solos: o significado dos episódios e o que conecta as histórias
Sete personagens falam de dentro de laboratórios, naves, casas e lembranças. No último episódio, Solos revela que nenhuma dessas histórias existia completamente sozinha.
O livro é sempre melhor que o filme? Frankenstein e o peso das expectativas
Ler Mary Shelley e assistir a uma adaptação de Frankenstein são experiências diferentes. A comparação faz sentido — desde que o filme não seja tratado como uma prova de memória do livro.
Frankenstein na tela: 4 adaptações que reinventaram o monstro
Quatro filmes, quatro criaturas diferentes. Dos relâmpagos da Universal ao excesso trágico de Kenneth Branagh, estas adaptações mostram como o cinema foi desmontando e reconstruindo Frankenstein ao longo do século XX.
Undone: quando a animação torna a realidade incerta
Depois de sobreviver a um acidente, Alma passa a ver o pai morto e a experimentar o tempo fora de ordem. Em Undone, a rotoscopia faz com que lembrança, visão e realidade ocupem a mesma imagem.