Como avaliar a ciência no sci-fi: 5 critérios que ajudam de verdade

Um filme de ficção científica não precisa funcionar como aula de laboratório. Ainda assim, escala, energia, biologia, inteligência artificial e logística ajudam a perceber quando a história constrói boas regras – e quando resolve tudo com uma explicação conveniente.

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Déjà-vus do cinema: remake, reboot, spin-off e outras formas de continuar uma história

Alguns filmes refazem uma história. Outros reiniciam a cronologia, voltam ao passado ou entregam o protagonismo a um personagem secundário. Os nomes parecem semelhantes, mas cada estratégia estabelece uma relação diferente com a obra anterior.

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Eu, Robô: governança, casos de borda e o limite das regras perfeitas

Regras claras parecem seguras. Dão a impressão de ordem, previsibilidade e controle. Em Eu, Robô, Isaac Asimov parte exatamente dessa promessa: robôs programados por leis capazes de impedir danos, organizar obediência e limitar riscos. Mas a força do livro está em mostrar que regra nenhuma atravessa o mundo real sem atrito.

Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?: resumo, temas e o teste da humanidade

Em Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, Philip K. Dick imagina um mundo em que humanos e androides se tornaram quase indistinguíveis. A diferença entre eles não está no corpo, na aparência ou na inteligência. O critério decisivo é outro: a empatia. E quando a humanidade precisa ser comprovada por teste, talvez ela já tenha perdido alguma coisa pelo caminho.

1984: Novilíngua e a engenharia da memória na era digital

Em 1984, George Orwell imagina uma sociedade em que controlar a linguagem é também controlar a memória. A Novilíngua não reduz apenas palavras: reduz possibilidades de pensamento. O romance ajuda a pensar como poder, linguagem e verdade continuam disputando o presente.