A IA virou commodity: o que isso muda para quem usa?

Modelos de inteligência artificial estão ficando mais acessíveis, mais baratos e, em algumas tarefas, tecnicamente mais próximos. Isso não significa que toda IA virou commodity. Significa que o diferencial começa a migrar do modelo para a forma como ele é usado.

Ler mais

O que é IA generativa e qual a diferença para a IA preditiva?

IA generativa cria textos, imagens, áudio e código a partir de padrões aprendidos. IA preditiva usa dados para estimar resultados. As duas pertencem à inteligência artificial, mas têm objetivos diferentes – e podem trabalhar juntas.

Ler mais

Inteligência artificial no cotidiano: onde ela já está?

A inteligência artificial já filtrava spam, recomendava filmes, detectava fraudes e reconhecia rostos muito antes da popularização dos chatbots. A IA generativa não inaugurou sua presença no cotidiano – tornou essa presença muito mais visível.

Ler mais

O que é um prompt de IA e como escrever um bom prompt?

Prompt é a instrução enviada a uma inteligência artificial para orientar sua resposta. Um bom prompt deixa claros a tarefa, o contexto, o resultado esperado e os limites, reduzindo ambiguidades sem precisar transformar cada pedido em um formulário.

Ler mais

Inteligência artificial no trabalho: como a IA está mudando as funções?

A inteligência artificial não afeta apenas a quantidade de empregos. Ela também redistribui tarefas dentro das funções, automatizando algumas atividades e aumentando a importância de outras, como revisão, supervisão, integração e tomada de decisão.

Ler mais

A IA é consciente? O que Dawkins viu ao conversar com Claude

Richard Dawkins conversou intensamente com Claude e saiu da experiência com uma pergunta incômoda: se sistemas aparentemente inconscientes já exibem capacidades que associamos à consciência, o que exatamente a consciência acrescenta? A conversa não prova que a IA sente – mas recoloca um problema antigo.

Ler mais

Frankenstein e a IA: o que a história ensina sobre controle e responsabilidade

Frankenstein, de Mary Shelley, não é uma história sobre inteligência artificial. Mas ajuda a pensar um problema que aparece repetidamente na tecnologia: o que acontece quando uma criação produz consequências que seu criador não previu – e quem responde por isso?

Ler mais