Estoicismo: o que depende de nós quando a vida aperta?

Pessoa sozinha sentada à beira-mar, em silêncio, olhando o horizonte.

Quando tudo aperta, o estoicismo propõe uma distinção difícil: cuidar do que depende de nós e não entregar a vida ao que escapa ao nosso controle. O problema é saber onde termina a lucidez e começa a acomodação.

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Utilitarismo: o bem-estar do maior número basta para fazer justiça?

Equipe de escritório comemorando, jogando papéis para o alto, simbolizando sucesso coletivo.

O utilitarismo promete clareza: medir consequências e escolher o que aumenta o bem-estar do maior número. O problema aparece quando a soma parece justa no papel, mas exige sacrifícios que recaem sempre sobre alguém concreto.

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Imperativo Categórico: o que ainda pode valer para todos?

Relógio de xadrez representando regras iguais para todos os jogadores, metáfora da ética universal de Kant.

Kant desloca a pergunta moral: em vez de perguntar o que funciona, ele pergunta o que pode valer para qualquer pessoa. Num tempo cheio de atalhos e exceções convenientes, essa régua continua desconfortável – e necessária.

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Cinco perguntas urgentes sobre o nosso tempo: algoritmo, opinião, verdade, vínculo e atenção

Jovem com máscara e celular em estação de metrô, cercada por telas e luzes artificiais.

Toda época tem seus pontos cegos. Os nossos têm algo em comum: costumam se esconder sob a aparência do conforto. O algoritmo, a opinião veloz, a verdade conveniente, a companhia sem atrito e a atenção fragmentada raramente parecem problema enquanto estamos bem instalados dentro deles.

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