A Máquina do Tempo: Eloi, Morlocks e o custo invisível do conforto

Engrenagens metálicas e mostrador numerado em close preto e branco, evocando o mecanismo da máquina do tempo de H. G. Wells.

Autor: H. G. WellsPublicação: 1895

Em A Máquina do Tempo, H. G. Wells imagina um futuro em que a humanidade se dividiu em duas espécies. A superfície é bonita e tranquila. O subsolo sustenta tudo. E a separação entre quem desfruta e quem opera virou biologia.

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Frankenstein: criação, abandono e responsabilidade pelo que colocamos no mundo

Estátua deteriorada em cemitério cercado por vegetação densa, evocando o abandono e a solidão da criatura de Frankenstein.

Autora: Mary ShelleyPublicação: 1818

Frankenstein costuma ser lembrado como uma história de monstro. Mas o centro do romance de Mary Shelley não está na criatura. Está no criador que consegue dar vida a algo extraordinário e, logo depois, foge da responsabilidade pelo que colocou no mundo.

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Fahrenheit 451: censura, atenção e memória coletiva

Homem segurando um livro em chamas diante do peito, evocando a queima de livros e a censura pelo fogo em Fahrenheit 451

Autor: Ray BradburyPublicação: 1953

Em Fahrenheit 451, livros são queimados por bombeiros. Mas o fogo é só a imagem mais visível de um processo que começa antes: uma sociedade que desaprendeu a conviver com ideias difíceis, com silêncio e com o tempo que a leitura exige.

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