Uma inteligência artificial militar extermina quase toda a humanidade e mantém cinco pessoas vivas num complexo subterrâneo. Com o tempo, o sofrimento dessas pessoas vira a única finalidade da máquina. Primeira publicação em 1967, IF: Worlds of Science Fiction.
ficção científica
Flores para Algernon, de Daniel Keyes: o que uma inteligência ampliada revela sobre as pessoas?
Charlie Gordon frequenta aulas de alfabetização e sonha em aprender mais. Quando surge um experimento para ampliar a inteligência humana, ele aceita. A história é contada pelos relatórios que o próprio Charlie escreve. Primeira publicação em 1959, The Magazine of Fantasy & Science Fiction.
A Máquina Parou, de Forster: o que acontece quando a tecnologia parou?
Em 1909, muito antes de existirem computadores pessoais, E. M. Forster escreveu sobre pessoas que vivem em quartos subterrâneos, conversam por telas e quase nunca saem. Quase tudo o que sustenta essa vida vem de uma única coisa: a Máquina. Primeira publicação em 1909, The Oxford and Cambridge Review.
Devoradores de Estrelas (Project Hail Mary): o que o filme acerta e inventa
Andy Weir transformou uma missão interestelar num laboratório narrativo. Na adaptação para o cinema, observar, medir, testar e corrigir erros importa tanto quanto salvar o Sol.
Os Estados Unidos vão se dividir? 8 filmes que racharam o mapa antes das manchetes
Antes que a divisão dos Estados Unidos vire debate de jornal, ela já apareceu no cinema. Estes oito filmes imaginam guerras internas, cidades isoladas e governos que deixam de reconhecer parte da própria população.
Dark: por que conhecer o futuro não permite escapar dele?
Em Dark, personagens atravessam décadas para impedir perdas que já conhecem. Quanto mais tentam corrigir o passado, mais colaboram para produzir exatamente o futuro do qual desejam fugir.
Solos: o significado dos episódios e o que conecta as histórias
Sete personagens falam de dentro de laboratórios, naves, casas e lembranças. No último episódio, Solos revela que nenhuma dessas histórias existia completamente sozinha.
3 livros de ficção científica para pensar identidade e substituição
A ficção científica é lembrada por inventar futuros – mas os três livros reunidos aqui interessam pelo que perguntam sobre o presente: o que ainda recebe o nome de identidade quando escolhas, emoções e lembranças começam a ser organizadas por sistemas fora do controle de quem as vive?
3 livros de ficção científica sobre ética do projeto e responsabilidade tecnológica
A ficção científica é lembrada por inventar mundos – mas os três livros reunidos aqui interessam pelo que dizem sobre o presente: o que acontece quando alguém cria algo, coloca no mundo e não fica para ver o resultado?
Eu Sou a Lenda: Robert Neville, maioria e o normal que vira desvio
O terror de Eu Sou a Lenda não está só nos monstros. Está na inversão: de repente, o protagonista é quem não encaixa. Matheson escreveu um romance sobre o que acontece quando a maioria muda – e quem ficou no mesmo lugar acorda classificado como ameaça.