O tempo costuma diminuir medos. Múmias, vampiros e criaturas antigas já viraram fantasia de Halloween. O monstro de Frankenstein, não — e vale entender o porquê.
ficção científica
Mary Shelley e Frankenstein: como nasceu o clássico
Antes do monstro, do raio e do cinema, havia Mary Shelley — uma jovem escritora cercada por debates sobre ciência, vida e os limites do que a razão consegue controlar.
Tales from the Loop: a tecnologia como espelho da condição humana
Em Tales from the Loop, robôs, máquinas e fenômenos impossíveis fazem parte da paisagem. O centro da série está nas pessoas que precisam conviver com aquilo que a tecnologia permite — e com as consequências de suas próprias escolhas.
Tales from the Loop: o final da série e a passagem do tempo
Os episódios Loop e Home colocam duas crianças diante do mesmo aprendizado: o tempo transforma tudo, mesmo quando a tecnologia parece capaz de interrompê-lo.
Cinco modelos de futuro na ficção científica
A ficção científica não apresenta um único amanhã. Ela imagina cidades controladas por empresas, sociedades vigiadas, colônias fora da Terra, corpos modificados e mundos reorganizados pela crise ambiental.
Vertentes “punk” no cinema: cyberpunk, steampunk e biopunk
Néon, engrenagens e laboratórios ajudam a reconhecer essas vertentes, mas não bastam para explicá-las. O “punk” aparece quando a tecnologia organiza privilégios, produz excluídos e encontra alguém disposto a enfrentar o sistema.
Como avaliar a ciência no sci-fi: 5 critérios que ajudam de verdade
Um filme de ficção científica não precisa funcionar como aula de laboratório. Ainda assim, escala, energia, biologia, inteligência artificial e logística ajudam a perceber quando a história constrói boas regras — e quando resolve tudo com uma explicação conveniente.
Eu, Robô: governança, casos de borda e o limite das regras perfeitas
Autor: Isaac Asimov – Publicação: 1950
Regras claras parecem seguras. Dão a impressão de ordem, previsibilidade e controle. Em Eu, Robô, Isaac Asimov parte exatamente dessa promessa: robôs programados por leis capazes de impedir danos, organizar obediência e limitar riscos. Mas a força do livro está em mostrar que regra nenhuma atravessa o mundo real sem atrito.
Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?: resumo, temas e o teste da humanidade
Autor: Philip K. Dick – Publicação: 1968
Em Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, Philip K. Dick imagina um mundo em que humanos e androides se tornaram quase indistinguíveis. A diferença entre eles não está no corpo, na aparência ou na inteligência. O critério decisivo é outro: a empatia. E quando a humanidade precisa ser comprovada por teste, talvez ela já tenha perdido alguma coisa pelo caminho.
Solaris: quando o objeto de estudo resiste ao método
Autor: Stanisław Lem – Publicação: 1961
Em Solaris, cientistas tentam compreender um planeta coberto por um oceano aparentemente vivo. O oceano responde, provoca e devolve aos humanos aquilo que eles não conseguem explicar. E nenhuma teoria dá conta.