Frankenstein: criação, abandono e responsabilidade pelo que colocamos no mundo

Estátua sem cabeça cercada por grades enferrujadas em um bosque, simbolizando o corpo fragmentado e sem controle da criatura de Frankenstein.

Autora: Mary ShelleyPublicação: 1818
Frankenstein costuma ser lembrado como uma história de monstro. Mas o centro do romance de Mary Shelley não está apenas na criatura. Está no criador que consegue dar vida a algo extraordinário e, logo depois, foge da responsabilidade pelo que colocou no mundo.

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Fahrenheit 451: censura, atenção e memória coletiva

Livro verde em chamas nas mãos de uma pessoa, estante desfocada ao fundo.

Ray Bradbury – 1953
Em Fahrenheit 451, Ray Bradbury imagina uma sociedade em que livros são queimados para proteger uma cultura viciada em conforto, velocidade e distração. O romance ajuda a pensar censura, atenção e memória coletiva em tempos de excesso informacional.

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