Sistema de Lógica (Mill) – Livro V: Falácias – quando o erro vem bem vestido

Retrato de John Stuart Mill ao lado de um selo vermelho com o número 5.

Alguns erros são óbvios; mas os perigosos são os que parecem método. O Livro V é o catálogo do engano respeitável: raciocínios que soam firmes, argumentos que “fecham”, provas que convencem — e, ainda assim, erram. Mill não trata falácia como truque retórico; trata como falha de disciplina.

Ler mais

Sistema de Lógica (Mill) – Livro IV: Operações auxiliares à indução – o bastidor do método

Retrato de John Stuart Mill ao lado de um selo vermelho com o número 4.

A indução é a subida; o Livro IV é o corrimão. Depois de discutir como se passa do particular ao geral, Mill desce para o trabalho menos glamouroso (e mais decisivo): observar, descrever, abstrair, nomear, definir e classificar. É aqui que a ciência deixa de ser “intuição” e vira disciplina.

Ler mais

Sistema de Lógica (Mill) – Livro II: Raciocinar não é “chegar”; é justificar o caminho

Retrato de John Stuart Mill ao lado de um selo vermelho com o número 2.

A mente adora o destino — “logo, portanto, fim”. Mas Mill desconfia do turismo intelectual: o valor do raciocínio não está em soar correto, mas em mostrar por que é correto. O Livro II entra onde muita gente finge chegar: inferência, prova e o preço de cada “portanto”.

Ler mais

Sistema de Lógica (Mill) – Livro I: O primeiro laboratório é a língua

Retrato de John Stuart Mill ao lado de um selo vermelho com o número 1.

A ciência adora parecer objetiva, mas tropeça onde menos confessa: nas palavras com que pensa. Mill começa pelo básico — e pelo mais traiçoeiro: nomes, classes, definições. Antes de método, ele calibra o instrumento.

Ler mais

Sistema de Lógica: John Stuart Mill

Retrato de John Stuart Mill em primeiro plano, com conferência científica moderna e pesquisadores ao fundo.

A ciência não avança só com descobertas; avança quando aprende a justificar. Mill ajusta as ferramentas antes de construir: linguagem, inferência, indução, falácias e o terreno humano. Se a obra é longa, a ambição é simples: menos brilho retórico, mais lastro.

Ler mais

A Viagem ao Infinito: quando a lógica toca o inimaginável

Arte conceitual dividida ao meio: um vórtice digital azul à esquerda e uma paisagem natural à direita, conectados por um símbolo do infinito amarelo contendo retratos de Albert Einstein.

O infinito é um problema disfarçado de conceito. Enquanto a matemática o trata como peça indispensável do seu edifício, a física ainda hesita em garantir que ele exista fora da lousa. O documentário A Viagem ao Infinito transforma essa tensão em 79 minutos de desconforto produtivo.

Ler mais