O algoritmo aprendeu com você — e agora te serve de volta.

Rosto de mulher dentro de uma bolha transparente refletindo dois mundos opostos — conflito urbano de um lado, paisagem idílica do outro, simbolizando o isolamento informacional das câmaras de eco.

Em 2011, Eli Pariser mostrou numa palestra do TED duas buscas no Google pelo mesmo termo — “Egito” — feitas por dois amigos seus. Os resultados eram completamente diferentes. Um via cobertura da Primavera Árabe. O outro via receitas de culinária e turismo. Mesmo termo, mundos distintos. A partir daí, nasceu uma das metáforas mais influentes da era digital: o filtro bolha.

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